sábado, março 31, 2012


Viver: a arte de ser feliz!
Já insisti mais .
Já persisti mais quando já estava cansada e sem força.
Já lutei muito por causas que não valiam a pena.
Já gritei e esperneei  sem ter nenhuma razão. Mas a gente é esquisita, prefere ter razão a ser feliz!
Já deixei de fazer o que queria muito, porque achava que queria muito. E nem queria tanto assim.
Já fiz metas que não cumpri. Já me frustrei e recomecei.
Já fiquei com raiva, me arrependi, pedi desculpas e depois me arrependi de pedir desculpas.
Aí, aprendi que desculpa é uma palavra com prefixo “des”. E quando fazemos isto isto estamos apenas querendo nos eximir da culpa.
Já cansei e pensei em desistir. Mas acredito que posso, então volto a sonhar. É que existe uma energia enorme em mim que consegue superar o fracasso e o desespero. E agradeço por isto.
Esperei pessoas que jamais chegaram. Assisti à partidas e vibrei com chegadas.
Fiquei inspirada e já tive muitos “brancos”mentais.
Já decidi mudar. Daí mudei. Não deu certo. Mudei de novo. Remodelei e estou aqui.
Já chorei por perdas. Grandes perdas. Depois compreendi que nada é para sempre e que devemos respeitar o tempo. Ele é o senhor dos nossos destinos.
Houve um tempo em que eu não conseguia imaginar minha vida sem algumas pessoas que depois se foram e eu continuei a viver. As lembranças (uma boas, outras bem tanto) fazem parte da minha  história.
Já acreditei que viver no passado fazia alguma diferença no meu futuro. Hoje sei que só o Agora é responsável pela construção dos dias que virão.
Já quis desaparecer, pelo menos por um tempo. Houve uma época que eu queria ter na mente uma tecla DEL (delete) para apagar todo o passado, zerar e começar tudo de novo de uma forma diferente. Um upgrade, sabe?
Magoei pessoas que eu amava muito. Por causa do maldito orgulho e soberba. Graças a Deus (depois de muito sofrer) aprendi a me calar. Prefro que as pedras venham do lado de lá.
Já usei as teclas Ctrl+C e na sequência Ctrl+V( ou seja copiar , colar) inúmeras vezes nos meus comportamentos. É, nós seres humanos temos um padrão de comportamento. É nosso hábito fazer mais do mesmo. E o que é pior: esperar resultados diferentes.
Ja importei muito mais com a opinião das pessoas.. .
Já me senti traída. Humilhada. E achei que o mundo iria acabar por causa disto. Não acabou. Sobrevivi.
Antecipei eventos, e me preocupei com detalhes  insignificantes. Evidente que naquele momentos pareciam  verdadeiras tragédias.
Já reclamei de coisas que são tão egoístas que sinto vergonha. Verdade!
E cada vez que vejo pessoas superando dificuldades me emociono, por que fico imaginando  como minha vida é abençoada. Como tenho oportunidades.
Já chorei desesperadamente pensando que duraria para sempre. E não durou.
Me desesperei pensando que jamais teria fim. E teve.
É inevitável citar Martin Luther King; “ Eu não sou quem eu gostaria de ser. Mão sou quem eu deveria ser. Eu não sou quem eu poderia ser, ainda. Mas graças a Deus eu não sou mais quem eu era.”
Se eu pudesse escolher emoções, eis meu cardápio: alegria, paz, harmonia, gratidão. São tantas coisas boas...
Mas quando vem aquele montão de coisas que me fazem ficar down, eu lembro da frase fantástica do He Man: “Eu tenho a força.” E aí, bom, aí, você já sabe: somos do bem, nascemos para a felicidade, somos cheios de possibilidades, e jamais, jamais estamos sozinhos. Então, avante! Sempre enfrente, em frente.





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