terça-feira, março 13, 2012

Sonhos

Acordei hoje pensando: sonhos. Quem não os tem?  Em todos aqueles em que bate um coração. Mesmo se for o último fôlego, ainda assim, os sonhos lá estão: dentro de nós.  Os mais antigos, os mais queridos, os mais desejados, aqueles que nos motivam a continuar sempre em frente. Aqueles esquecidos e os que são lembrados todos os dias. Até mesmo aqueles que acreditamos que jamais vão acontecer; mesmo estes, ainda resistem ao tempo. Milhões de seres humanos vivem apenas sonhando, sem jamais realizar.
Vivemos lutando pelos nossos objetivos. Sonhamos. Poucos transformam sonhos em objetivos concretos. Traçar metas constitui uma tarefa relativamente simples.  Contudo, muito difícil. O que então me impede de transformar meus sonhos em metas específicas, já que sei como fazê-lo: escrevê-las de forma bem específica, definir a data que pretendo realizá-las, visualizá-las constantemente e agir. É o medo, este sentimento estranho que nos impede de transformar sonhos em metas. Medo de não dar certo, medo sobre a opinião dos outros (sobre meus sonhos, que loucura!), medo de ser incapaz, vergonha (por que às vezes é tão simples nosso sonho). Medo, o terrível medo que quando nos assombra torna-se inimigo mortal.
Preciso confessar que já estive morta respirando. Que já prendi meus sonhos num calabouço. Que já deixei o desespero transbordar. E sobrevivi. E recomecei. Pelo razão mais simples e mais forte que existe:  por que sei que, como você, sou um Ser Divino, criado por Deus, com infinitas possibilidades e com único objetivo: Ser Feliz!
Foi neste momento que abri o alçapão do lugar triste e escuro onde eu estava (apesar de o mundo continuar sendo o mundo e o sol continuar a brilhar lá fora) e decidi assumir o compromisso pelo meu destino, pela minha felicidade.
Busquei a minha essência, descobri quem sou. Enxerguei ao minha realidade. E doeu, e muito. Admitir  que a mudança interior é minha responsabilidade, que não são os outros quem tem que mudar: sou eu. Que a única responsável pela minha tristeza e pela minha alegria sou eu mesma. Que sou constituída de partes e que elas vivem brigando entre sie esta luta causa um imenso conflito em meu Ser. Que não posso exigir que as pessoas me amem do jeito que eu gostaria, por que quem ama somente ama, não sabe como e nem porque. Há mais pessoas que desistem do que pessoas que fracassam e fracasso não existe:  há apenas resultados.

 Foi doloroso demais descobrir que eu não era quem imaginava e se eu realmente desejasse ser feliz, era necessário tomar a decisão. Como fala meu amigo de cabeceira “É num momento de decisão que sua vida muda para sempre”. E assim aconteceu. Recomecei.
Hoje, vivo um dia de cada vez. Como nos lembra o ensinamento milenar: “ A cada dia seu mal”. Estou constantemente lutando para estar no Presente. Respiro. Calo. Sonho. Respeito o tempo. Compartilho. Perdoo. Compreendo. Agradeço. E amo, sempre e muito. Entretanto, moram em mim os fantasmas de outrora, que teimam em me vencer. Mas resisto. Por que continuo sonhando, acreditando e realizando. Um sonho de cada vez!
Continuo sonhando, sempre e sempre. E realizando a cada dia um pedacinho do futuro irresistível que existe apenas em minha mente e em meu coração.


"Nada é mais poderoso que a força da identidade pessoal, quando a alma de uma pessoa transcende os limites do momento de abraçar tudo o que eles são capazes de se tornar."
Antho
ny Robbins

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