sexta-feira, junho 24, 2011

A Realidade do mundo Corporativo


Nosso país tem sido alvo de potenciais mundiais. Um país que cresce e desenvolve-se economicamente, embora em meio a um caos político e a maioria da população em sérias condições de miséria na educação, moradia e saúde. É altamente contrastante. Como todas as coisas têm dois lados que cada um examine sob seu próprio ponto de vista e tome a decisão de como para a melhoria desta situação.
A boa notícia é que o mundo mudou. Progrediu. Lenta e silenciosamente. No mundo corporativo cada vez mais as fusões são constates. O mercado  exige profissionais capacitados, produtivos e principalmente que possuam talento. Está faltando o profissional talentoso. Aquele que sabe exatamente o que a empresa espera dele e faz muito mais do que ela espera por que ele, sabiamente sabe que as suas próprias realizações estão intrinsecamente ligadas à execução dos projetos propostos pela sua corporação.
Contudo, enquanto  as empresas reclamam da falta de profissionais, há um grande índice de desemprego. Isto é no mínimo preocupante. Não há equilíbrio. Desejo demonstrar uma pesquisa feita pelo escritor Stephen R. Covey em seu livro “O 8 oitavo hábito” sobre uma pesquisa feita em diversas áreas profissionais sobre como é desafiador  focar nas prioridades das empresas e executá-las. Usando um questionário chamado Qx (Quociente de Execução) criado pela Harris Interactive,  descobriu-se dados alarmantes. Foram entrevistado 23 mil empregados em tempo integral de importantes ramos de atividade e áreas funcionais chaves.
Eis os resultados mais impressionantes:


ü  Apenas 37% disseram entender claramente o que sua organização tentando atingir e por quê;


ü  Apenas um em cinco estavam entusiasmado com as metas da sua equipe e de sua organização;


ü  Apenas um em cinco trabalhadores disseram ter uma visão clara entre suas tarefas e as metas da sua equipe e da organização,



ü  Ao final da semana, apenas metade estava satisfeita com os trabalho executado;

ü  Apenas 15% sentiam que sua organização lhes dava os meios necessários para atingir metas importantes;





ü  Apenas 15% sentiam que trabalhavam num ambiente de grande confiança;


ü  Apenas 17% sentiam que suas organizações promoviam comunicações francas, respeitando opiniões diferentes, e que isto resultava em ideias novas e melhores;


ü  Apenas 10% sentiam que suas organizações consideravam as pessoas responsáveis pelos resultados;


ü  Apenas 20% dos trabalhadores confiavam plenamente na organização em que trabalhavam;




ü  Apenas 13%tem relações de trabalho em que há grande confiança e intensa colaboração com outros grupos ou departamentos.


      Covey faz a seguinte analogia: se um time de futebol pensasse desta maneira apenas 4 dos 11 jogadores em campo saberiam de que lado está o gol. Somente 2 dos 11 se preocupariam com isto. Apenas 2 dos 11 saberiam em que posição jogam  e o que os se espera exatamente deles. E nove dos 11, estariam , de algum modo competindo com a própria equipe e não com os adversários.
               São dados não só alarmantes, são dados trágicos. As pessoas estão matando seus sonhos. Trabalham de modo alucinado em busca de melhor qualidade de vida e acabam ganhando apenas frustração, conflito de valores e uma insatisfação aparentemente inexplicável.
               Estamos nos sentindo presos  ao ambiente externo e aos eventos, tendo a sensação de que não há muito a ser feito. Imagine o quanto as pessoas e as organizações estão perdendo com tudo isto.
Talvez seja o momento de revermos o valor capital humano das organizações. Rever a comunicação dentro das corporações. E principalmente estabelecer claramente do que a organização realmente deseja e espera do seu colaborador. Criar líderes capazes de inspirar seus liderados a realizar seus próprios sonhos e poder criar através do seu próprio mundo, um mundo dentro das organizações em que se possa respirar realizações.

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