sábado, março 06, 2010

Processo Hoffman da Quadrinidade - Turma Fevereiro 2010.

Onde está a tão sonhada felicidade, hein?

Este texto foi escrito em homenagem aos meus colegas e professoras, irmãs e irmãos pelo coração, que participaram do Processo Hoffman da Quadrinidade . Desejo expressar minha eterna gratidão por terem permitido que eu pudesse desnudar minha alma, desvendar minha parte obscura, e ser aceita e amada mesmo assim... Obrigada! Com muito amor...ao Fernão Capelo Gaivota que existe em todos nós!

Depois de voltar de um curso de imersão de oito dias , percebi que algumas coisas que aprendemos desde sempre às vezes demoram anos para fazerem sentido de verdade dentro de nós. Aconteceu comigo.


Você com certeza conhece a famosa citação de Sócrates que diz: “Conhece-te a ti mesmo.” Eu também, há muito venho, inclusive usando-a vez ou outra. É evidente que reconheço a importância do autoconhecimento e sei que você também. Mas qual o tamanho desta importância na vida de cada um de nós? Será que você já avaliou o quanto você reconhece quem você é verdadeiramente? Se você acredita que se conhece bem, o quanto isto já ajudou você a solucionar problemas e enfrentar desafios? Caso sua resposta seja, “eu nem mesmo sei quem sou!” ,corra, você está atrasado para ser feliz! Mas a boa notícia é que ainda é tempo, não importa qual a sua idade, afinal ser feliz não tem idade.

A grande verdade é que sentimos medo, medo de saber quem somos e ficarmos surpresos com isso. Por que nesta busca precisamos arrancar as nossas máscaras sociais. Precisamos nos despir da vestimenta que nos dá segurança, prestígio e deferência e ficarmos nus ...para nós mesmos. Deixar de lado as palavras bonitas que disfarçam nosso lado escuro e ouvir a verdade através de nós mesmos. E arrancar o véu que esconde nossas fúrias e neuroses e desvendar nossa real identidade! Vivi recentemente esta experiência! E desejo partilhar com você.

Conhecer a si mesmo profundamente é um experimento extremamente doloroso, preciso confessar. Depois de tanto tempo convivendo consigo mesmo é possível surpreender-se. Há pessoas que pensam que sabem tudo sobre si mesmas , que podem antever suas reações e controlar seus sentimentos. Tiverem a oportunidade de receber carinho, mas recusaram-se a recebê-lo pois este carinho não era “do jeito delas”" Arrisco dizer que algumas pessoas pensam que tem total controle sobre tudo e sobre todos, e por isto questionam as razões de Deus. É isto mesmo, a famosa frase: “Eu não aceito perder as pessoas que eu amo! ; Eu não mereço passar por esta ou aquela situação. ; o que eu fiz, afinal para ter que viver isto?”

Mas também existem pessoas que nem mesmo acreditam que felicidade existe, e se existe não foi feita para elas, é evidente. Afinal, nada na vida delas deu certo, e quando deu, durou pouco. Alguns chamam isto de azar, outros de carma, alguns de destino... eu chamo de medo! È, medo mesmo, de enfrentar, de dizer “não”, de serem rejeitadas , excluídas, é a incapacidade de acreditar que elas merecem amar e serem amadas.

É claro que alguns levam a vida “numa boa”, fingindo que são quem são , fogem da verdade através do riso, de uma alegria que é exterior. Tem a função de disfarçar a insatisfação, a dor, o medo. Parecem eternas crianças sofredoras.

E não poderia faltar o grupo de pessoas que já “sabe exatamente” quem são porque o médico, o psicólogo, o terapeuta disse, etc... e tentam convencer-se pela vida afora que já conhecem a si mesmas. Seguem as instruções à risca, esquecidas que o verdadeiro poder de transformação está dentro delas mesmas.

Estamos nos enganando. Mas é por uma boa causa, fazemos isto pela nossa sobrevivência. Fazemos isto para esconder a profunda dor, o vazio , a tristeza, (que acaba virando depressão), de desejarmos ardentemente encontrar a felicidade, que nem mesmo sabemos o que é , pois estamos à espera de um milagre, que infelizmente não acontecerá.

Também me enganei a meu respeito. Também fiquei perplexa ao descobrir o quando eu estava sabotando minha felicidade. Atônita, depois de muito sofrer, dei o braço à torcer, confesso! Desisti do ato cruel de auto-destruição. Da auto-piedade.

Eis o que descobri: Somos seres extraordinários, plenos por si mesmos, completos, mas vivemos pela metade. Dentro de nós está o segredo. Dentro de nós está a fortuna, a alegria, a plenitude, a paz... Temos uma parte que acredita na vida, no poder interior, no sorriso e que está inerte pelos fracassos do passado. Existe em nós o bem, a generosidade, a indulgência encoberta pela podridão de tudo que já vivemos.Temos uma parte brilhante que tem fé e esperança , porém está presa às algemas da ansiedade pelo futuro, nos impedindo de viver o presente. Há em cada um o sonho... o desejo e a liberdade de escolher...

Temos uma parte Divina que compreende, que se compadece e perdoa porque ama incondicionalmente.

Pense nisto!

2 comentários:

LAIZA CAROLINA disse...

VOCÊ SIMPLESMENTE DISSE TUDO!
EU TAMBÉM PUDE DESCOBRIR QUE EU POSSO SER AMADA DO JEITO QUE SOU.
DESCOBRI SERES HUMANOS INCRÍVEIS, E FIZ AMIGOS MARAVILHOSOS. E UM DELES É VOCÊ FUMIKINHO!
TE ADORO
BEIJOCAS
LÁIZA

Kleber Luiz disse...

Olá.

Você fez o Processo no Centro Hoffman?

Fiz o processo hoffman lá em sempre acompanho o Twitter deles Processo Hoffman